quarta-feira, 31 de agosto de 2016

QUILISPORT VEICULA O JORNAL SAUDE PELA PRÁTICA OLÍMPICO

JORNAL SAUDE PELA PRÁTICA EDIÇÃO OLIMPICA MES DE SETEMBRO 2016
QUILISPORT E CAEL-SM consolidam a cobertura olímpica da RIO 2016,  com essa edição da realização do Evento.
Recordando que a cobertura iniciou em agosto de 2013, portanto a 3 ANOS ANTES.
Muito obrigado meu DEUS pelo caminho reto que colocou na nossa jornada e pudemos realizar o nosso planejamento à contento, pois além do jornal, tivemos a atuação no SITE OLIMPICO e boletins na Rádio Imembui. 










terça-feira, 30 de agosto de 2016

PRESIDENTE RECEBE ATLETAS OLIMPICOS DO BRASIL




Rio de Janeiro, 29/08/2016


Atletas olímpicos são recebidos no Palácio do Planalto
Michel Temer parabenizou o Time Brasil pelos resultados no Rio 2016 e destacou exemplo dado para a juventude brasileira
O clima olímpico tomou conta do Palácio do Planalto nesta segunda-feira, dia 29, quando cerca de 60 atletas do Time Brasil estiveram em Brasília para receber os cumprimentos do presidente da República em exercício, Michel Temer, pelos resultados do país nos Jogos Olímpicos Rio 2016. O Brasil terminou a competição em uma inédita 12ª colocação pelo total de medalhas, sendo sete de ouro, seis de prata e seis de bronze. Os medalhistas olímpicos Alison e Bruno Schmidt (vôlei de praia), Rafaela Silva e Rafael Silva (judô), Martine Grael e Kahena Kunze (vela), Erlon Silva (canoagem), Maicon Siqueira (taekwondo) e Lipe, Lucão e William (vôlei), estiveram presentes, assim como o presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, o chefe de missão Bernard Rajzman e presidentes de Confederações, além do ministro do Esporte, Leonardo Picciani, entre outras autoridades.

Michel Temer destacou a alegria que os atletas transmitiram ao país e o exemplo que eles deram para a juventude. “Encontrei muitos jovens ao longo dos Jogos cujos sonhos passaram a ser exatamente o de participar do evento. Vocês são um exemplo não só para o Brasil, mas para a juventude brasileira no sentido de incentivá-los à prática desportiva. Hoje os senhores nos dão a honra de estar aqui no Palácio do Planalto para engrandecer o país. Vocês deram o sentido de união e fraternidade que se espalha por todo o Brasil. Meus parabéns aos medalhistas e todos aqueles que participaram dessa disputa revelando um Brasil do tamanho que ele é”, afirmou Temer. 

Carlos Arthur Nuzman também ressaltou a importância do resultado do Time Brasil para a juventude como um dos legados mais importantes dos Jogos Olímpicos. “Hoje é um dia de muita emoção para nós. As classificações honraram o esporte brasileiro e abriram as portas para a juventude do Brasil. Tivemos medalhistas e classificações em esportes que não imaginávamos até pouco tempo. Parabéns aos atletas e sei que, como atleta que fui, competir dentro de casa a pressão é muito maior. Agradeço muito a vocês por esse carinho, vontade e espírito. A partir de agora nós temos um novo Brasil esportivo e o desenvolvimento desse Esporte é um presente que é dado à juventude brasileira”, disse Nuzman.

Medalha de ouro no vôlei de praia ao lado de Alison, Bruno Schmidt discursou em nome de todos os atletas. “É um prazer enorme estar aqui. É maravilhoso você participar de um ciclo olímpico e ter total apoio e amparo. Ver o país se movimentando e tampando todas as lacunas para que nosso esforço seja potencializado ao máximo. Vivenciamos isso e venho para agradecer ao nosso Ministério do Esporte que fez de tudo para que possamos alcançar o nosso máximo, ao COB que não mediu esforços e meu carinho especial pelas Forças Armadas que ajudaram os atletas a não percorrerem esse caminho sozinhos”, falou.

Para Leonardo Picciani os atletas brasileiros são verdadeiros heróis olímpicos não só por serem exemplos, mas também pelos resultados apresentados nos Jogos Rio 2016. “Nossos heróis olímpicos não só nos encheram de bons exemplos e de orgulho, mas construíram a melhor participação do Brasil na história dos Jogos Olímpicos. Quero saudar todos pelo brilhante trabalho que fizeram, inspirando os brasileiros a olharem mais para o esporte e desejarem praticar mais atividades esportivas. Depois dessa experiência de termos sediado os Jogos Olímpicos, cada vez mais teremos o Esporte como uma política pública de primeira grandeza”, disse o ministro, reafirmando o compromisso de dar continuidade e aperfeiçoar os programas de preparação esportiva e de apoio aos atletas como Bolsa Atleta, Bolsa Pódio e os programas de iniciação ao esporte. 

Entre as 19 medalhas conquistadas pelo Brasil, sete foram de ouro, mais do que o dobro das últimas edições olímpicas.  Em Londres 2012 e Pequim 2008, o Brasil obteve três ouros. O maior número de ouros, anteriormente, era de cinco medalhas douradas, em Atenas 2004. No Rio de Janeiro, o Brasil aumentou ainda o número de modalidades no pódio, um dos maiores objetivos do planejamento estratégico do Comitê Olímpico do Brasil (COB). Atletas de 12 modalidades conquistaram medalhas, enquanto que na edição anterior foram nove e em Pequim 2008, oito. 

A ida a Brasília para visitar o presidente da República depois de uma edição dos Jogos Olímpicos e Jogos Pan-americanos já é uma tradição do esporte brasileiro.

Pouco antes do encontro no Palácio do Planalto, Carlos Arthur Nuzman, Bernard Rajzman e parte dos atletas brasileiros representaram o COB e o Time Brasil em uma homenagem do Ministério da Defesa com o ministro Raul Jungmann e autoridades das três Forças Armadas. Neste encontro, Nuzman também agradeceu o apoio das Forças Armadas para o resultado do Time Brasil e Raul Jungmann destacou a importância do esporte para a formação do militar e os valores que ambos compartilham. O ministro informou ainda que o programa de apoio ao alto rendimento será expandido, assim como o Forças no Esporte, voltado para a base.

Nos Jogos Rio 2016, o Time Brasil conquistou medalhas em 12 modalidades: atletismo, boxe, canoagem velocidade, futebol, ginástica artística, judô, maratonas aquáticas, taekwondo, tiro esportivo, vela, vôlei e vôlei de praia. Canoagem e maratona aquática nunca haviam trazido medalhas para o país. Além disso, foram inúmeros destaques esportivos do Time Brasil no Rio 2016. As três medalhas de Isaquias Queiroz, algo inédito na história olímpica brasileira, o primeiro ouro do boxe e do futebol masculino, a medalha do tiro esportivo depois de quase 100 anos, entre outros.

Outro ponto positivo da campanha brasileira nesta edição olímpica foi o aumento de quase 100% de participações em finais olímpicas em relação a Londres 2012. Foram 71 finais no Rio de Janeiro e 36 nos Jogos passados. Além disso, o Time Brasil ficou em 4º ou 5º lugares em 19 disputas de 11 modalidades.

O Brasil foi representado por 465 atletas nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Confira abaixo os medalhistas olímpicos do Time Brasil nos Jogos Rio 2016:

Ouro: Thiago Braz (atletismo – salto com vara), Robson Conceição (boxe), Alisson e Bruno Schmidt (vôlei de praia), Rafaela Silva (judô), Kahena Kunze e Martine Grael (vela – 49er FX), Seleção masculina de futebol e seleção masculina de vôlei.

Prata: Isaquias Queiroz (canoagem velocidade – C1 1000), Isaquias Queiroz e Erlon Souza (canoagem velocidade C2 1000), Arthur Zanetti (ginástica artística – argolas), Diego Hipólito (ginástica artística – solo), Felipe Wu (tiro esportivo – pistola de ar 10m) e Agatha e Barbara (vôlei de praia).

Bronze: Isaquias Queiroz (C1 200), Arthur Nory (ginástica artística – solo), Rafael Silva (judô - acima de 100kg) e Poliana Okimoto (maratona aquática), Mayra Aguiar (judô – até 78kg) e Maicon Siqueira (taekwondo – mais de 80kg).

terça-feira, 23 de agosto de 2016

NOSSO SITE OLIMPICO COM O HANDEBOL RBASILEIRO

Jordi Ribera deixa o comando da Seleção 

Masculina de Handebol

Treinador recebeu convite para assumir a direção técnica da Real Federação Espanhola e a Seleção Adulta Masculina do País

Da redação, Santo André (SP) - O técnico espanhol Jordi Ribera irá deixar o comando da Seleção Masculina de Handebol. O treinador, que esteve à frente da equipe de 2012 até os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, recebeu um convite da Espanha para assumir a direção técnica da Real Federação Espanhola de Handebol e também para comandar a Seleção Adulta Masculina do País.

Esta não foi a primeira vez que Jordi foi técnico da equipe masculina do Brasil. Ele esteve no comando do grupo também de 2004 a 2008 e, nas duas ocasiões, garantiu resultados extremamente positivos para o Brasil. "Quando fui chamado para retornar, o acordo era para que eu ficasse para o ciclo de quatro anos. O objetivo sempre foi não trabalhar somente com o adulto, mas também de uma forma global. Estava claro que alguns atletas do ciclo anterior não poderiam mais estar presentes, por isso, era preciso buscar novos jogadores. Fizemos um trabalho observando atletas de todo o País com os acampamentos regionais e nacionais e trabalhamos também com técnicos e árbitros, além de outros profissionais. Conseguimos grandes resultados dessa forma", lembrou.

Jordi comandou um ciclo vitorioso, que colocou o Brasil ao lado das principais potências da modalidade, haja vista os resultados nos Jogos Olímpicos em casa, quando o País conquistou a sétima posição, a melhor da história no masculino, após vencer partidas importantes como, por exemplo, contra a Polônia, medalhista de bronze no último Mundial, e Alemanha, atual campeã europeia. "Além do sétimo lugar na Olimpíada e a primeira vez que avançamos às quartas de final, durante esses últimos quatro anos conseguimos a melhor classificação em Mundiais (13º lugar na Espanha-2013), além das melhores posições nos Mundiais Júnior (6º lugar na Bósnia-2013) e Juvenil (9º lugar na Hungria-2013). Hoje o Brasil domina todas as categorias nas Américas, sendo campeão nos Jogos Pan-Americanos e Pan da modalidade", citou o técnico.

Para ele, o handebol masculino do Brasil vem em uma crescente e está no caminho certo. "Crescemos em todos os campos. O handebol brasileiro definitivamente deu um passo à frente. Foi um trabalho árduo dos clubes e da Confederação Brasileira que possibilitou esse desenvolvimento", disse o treinador que irá dirigir a Seleção Espanhola já no Mundial da França, em janeiro de 2017.

Com a saída de Jordi, a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) ainda irá definir o novo treinador da Seleção Masculina. "Para nós é uma tristeza enorme perder um profissional com a qualidade e determinação que o Jordi tem. Poucas pessoas no Mundo têm tanta dedicação no esporte quanto ele. Desejamos muita sorte nas novas atividades que ele terá. Agora, nosso papael é, com a cabeça fria, estudar as possibilidades que nós temos para a substituição dele. Com certeza absoluta, o trabalho que foi desenvolvido até agora e que irá continuar é de muita expectativa positiva para a modalidade", declarou o presidente da instituição, Manoel Luiz Oliveira.
Esta foi a segunda vez que o espabhol comandou a Seleção Brasileira (Inovafoto/Photo&Grafia)
Esta foi a segunda vez que o espabhol comandou a Seleção Brasileira (Inovafoto/Photo&Grafia)
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Brasil teve uma melhora visível no masculino nos últimos anos (Inovafoto/Photo&Grafia)
Brasil teve uma melhora visível no masculino nos últimos anos (Inovafoto/Photo&Grafia)
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Jordi Ribera esteve à frente da Seleção de 2012 até agora (Inovafoto/Photo&Grafia)
Jordi Ribera esteve à frente da Seleção de 2012 até agora (Inovafoto/Photo&Grafia)
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domingo, 21 de agosto de 2016

NOSSA COLUNA PALAVRA OLIMPICA NO ENCERRAMENTO DA OLIMPIADA RIO 2016



  
UMA OLIMPIADA MEMORÁVEL...
(Rio2016, Um Desafio Vencido) 
                                                                          *Clery Quinhones de Lima
A grandiosidade dos Jogos Olímpicos transcende. Uma Olimpíada tem um envolvimento imensurável. Imaginem mostrar uma solenidade de abertura para 4 bilhões do mundo, em que tudo tem que dar certo com situações atrativas e significantes. Pois é a apresentação de um evento que acontecerá durante 16 dias, com competições em vários locais. A responsabilidade de controle, principalmente da segurança, mobilidade urbana, instalações olímpicas, desde a Vila, hotéis, saúde e a parte técnica.

“ Rio venceu a candidatura em 2009, quando o Brasil estava posicionado entre as 5 primeiras nações econômicas mundiais. Mas ao se aproximar da OLIMPIADA, o Brasil entrou numa lama de descaso, pela corrupção e crise econômica e política. Isso gerou muitas críticas e até ameaço de boicote.”
          
 Nesse clima chegou a OLIMPIADA DO RIO. Muita expectativa. A população se dividia e muitos creditavam o momento vivido pelo país(crise política e financeira) aos gastos com a Olimpiada do Rio. Chegou o mês de agosto, então cumpri-se o calendário. As instalações felizmente prontas (mas a vistoria da Vila Olímpica apontava problemas em 4 prédios em instalações sanitárias e elétricas), delegações chegando e a cidade vivia a paixão dos Jogos.
          
            ABERTURA IMPECÁVELA noite de 5 de agosto ficará na memória de todos, pois a solenidade de abertura foi espetacular. Cativou a todos pela sua beleza, enfoque na natureza, a tradição cultural  do brasileiro e valorizou os nomes locais. Foi uma arrancada que deu a segurança que os JOGOS OLIMPICOS do RIO seriam inesquecíveis, assim como a solenidade de encerramento.



          JOGOS, MARCAS E RECORDs As instalações dos vários esportes disputados cumpriram com a técnica e acomodações para o público que se fez presente. Em algumas arenas superlotaram e fizeream a diferença, vibrando e torcendo no estilo brasileiro, o que causou espanto à alguns estrangeiros.

           Os resultados, algumas marcas e os nomes que são conhecidos e surgiram na RIO 2016 são registros nessa edição especial do SPP alusiva a RIO 2016.


            Desses nomes (fora os consagrados PHELPS e BOLT) citamos o brasileiro, o simples baiano Isaquias Queiróz  que se consagrou na OLIMPIADA como o primeiro brasileiro a conquistar 3 medalhas num só Jogos e como consagração ele conduziu o pavilhão brasileiro na solenidade de encerramento.  
 
           

“ A inicial  preocupação da segurança (atentados), saúde (com o mosquito Aede  Zika) e a poluição da Lagoa passaram  despercebidos e o alarido anunciado foi amenizado e teve indiscutivelmente a colaboração do carioca, que se manteve ativo em suas prestações de serviços e trabalho público, não criando embaraços ao andamento dos Jogos.”



        SANTA MARIA PRESENTE -   Nossa Cidade esteve representada por MARIA DE LOURDES PORTELA, no judô; Gilvan Ribeiro, na canoagem; Meneses, no Hipismo; vários voluntários e torcedores que estiveram no Rio e nós representando a imprensa santa-mariense pela sétima vez em Olimpíada. Nossos atletas não levaram medalhas, mas entraram na história olímpica de Santa Maria.
 
         QG OLIMPICO QUILISPORT/FIEP BRASIL Foi o ponto de encontro para troca de informações e convívio dos Profissionais de Educação Física, delegados da FIEP BRASIL/MUNDIAL do Brasil, Venezuela, Colômbia e Paraguai, num local privilegiado, no Edifício Itamar, anexo ao Copacabana Palace Hotel, na Ave. N.Sa. Copacabana e a central de informações  transmitidas à Rádio Imembui e pelos Veículos de QUILISPORT: Site Olímpico: www.santamarianaolimpiada2016.com.br e jornal Saude Pela Prática.


         Quilisport e Fiep Brasil parceria na RIO 2016
           A aprovação do projeto SEM FRONTEIRAS da FIEP em termos de participação na Olimpiada do Rio, leva a FIEP BRASIL/QUILISPORT a manutenção da parceria para que já em janeiro de 2017 haja a primeira reunião em Foz do Iguaçu a fim de que haja a participação na Olimpíada de Tóquio em 2020.
     

     TÓKIO 2020 -  A Olimpiada deixou saudades e a bandeira olímpica foi passada pelo prefeito Eduardo Paes, do Rio de Janeiro, para a Governanta Yukiko, da cidade de Tóquio, sede em 2020. Foi anunciado uma parceria para que o intercâmbio continue e Yukiko afirma que aprendeu muito com o RIO e que o mundo será acolhido e Tóquio terá a preocupação com a despoluição e não elefantes brancos em termos de instalações.
 

       Se o mundo tinha  dúvidas quanto ao Rio realizar uma OLIMPIADA, o sediamento por Tóquio, por ser uma cidade de um país de primeiro mundo, dá um alívio ao mundo e se projeta uma certeza de uma grande Olimpiada e a partir de agora, os olhares passam a serem voltados à Tóquio. 
   

      PÚBLICO DECISIVONos vários locais de competição e nos  destinados à participação popular estiveram repletos e a energia dos cariocas contagiante impressionou a todos estrangeiros e viu-se a torcida nas arenas também como fator decisivo em alguns resultados dos jogos.   
Editor do SPP, no QG OLIMPICO em Copacabana
  
      PARTICULARPara nós que defendemos desde a candidatura a Olimpiada no Rio, estamos satisfeitos e agradecidos a Deus, pelo bom andamento. Não passamos vergonha e até entramos no rol das melhores Olimpíadas já realizadas nessa história de 120 anos Olímpicos ( de 1896, em Atenas à Rio, 2016). E para coroar no lado técnico, o COB ficou a 3 posições para atingir os TOP TEN, ficou na posição 13, com 7 ouros, 6 prata e 6 bronze. O Brasil no continente americano,ficou atrás somente dos ESTADOS UNIDOS .Claro, nós que sempre vivemos o handebol, ficamos tristes, porque acreditávamos que o handebol feminino faria pódio.

* Profissional de Educação Física e jornalista, Diretor de QUILISPORT e Editor do Site