terça-feira, 23 de agosto de 2016

NOSSO SITE OLIMPICO COM O HANDEBOL RBASILEIRO

Jordi Ribera deixa o comando da Seleção 

Masculina de Handebol

Treinador recebeu convite para assumir a direção técnica da Real Federação Espanhola e a Seleção Adulta Masculina do País

Da redação, Santo André (SP) - O técnico espanhol Jordi Ribera irá deixar o comando da Seleção Masculina de Handebol. O treinador, que esteve à frente da equipe de 2012 até os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, recebeu um convite da Espanha para assumir a direção técnica da Real Federação Espanhola de Handebol e também para comandar a Seleção Adulta Masculina do País.

Esta não foi a primeira vez que Jordi foi técnico da equipe masculina do Brasil. Ele esteve no comando do grupo também de 2004 a 2008 e, nas duas ocasiões, garantiu resultados extremamente positivos para o Brasil. "Quando fui chamado para retornar, o acordo era para que eu ficasse para o ciclo de quatro anos. O objetivo sempre foi não trabalhar somente com o adulto, mas também de uma forma global. Estava claro que alguns atletas do ciclo anterior não poderiam mais estar presentes, por isso, era preciso buscar novos jogadores. Fizemos um trabalho observando atletas de todo o País com os acampamentos regionais e nacionais e trabalhamos também com técnicos e árbitros, além de outros profissionais. Conseguimos grandes resultados dessa forma", lembrou.

Jordi comandou um ciclo vitorioso, que colocou o Brasil ao lado das principais potências da modalidade, haja vista os resultados nos Jogos Olímpicos em casa, quando o País conquistou a sétima posição, a melhor da história no masculino, após vencer partidas importantes como, por exemplo, contra a Polônia, medalhista de bronze no último Mundial, e Alemanha, atual campeã europeia. "Além do sétimo lugar na Olimpíada e a primeira vez que avançamos às quartas de final, durante esses últimos quatro anos conseguimos a melhor classificação em Mundiais (13º lugar na Espanha-2013), além das melhores posições nos Mundiais Júnior (6º lugar na Bósnia-2013) e Juvenil (9º lugar na Hungria-2013). Hoje o Brasil domina todas as categorias nas Américas, sendo campeão nos Jogos Pan-Americanos e Pan da modalidade", citou o técnico.

Para ele, o handebol masculino do Brasil vem em uma crescente e está no caminho certo. "Crescemos em todos os campos. O handebol brasileiro definitivamente deu um passo à frente. Foi um trabalho árduo dos clubes e da Confederação Brasileira que possibilitou esse desenvolvimento", disse o treinador que irá dirigir a Seleção Espanhola já no Mundial da França, em janeiro de 2017.

Com a saída de Jordi, a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) ainda irá definir o novo treinador da Seleção Masculina. "Para nós é uma tristeza enorme perder um profissional com a qualidade e determinação que o Jordi tem. Poucas pessoas no Mundo têm tanta dedicação no esporte quanto ele. Desejamos muita sorte nas novas atividades que ele terá. Agora, nosso papael é, com a cabeça fria, estudar as possibilidades que nós temos para a substituição dele. Com certeza absoluta, o trabalho que foi desenvolvido até agora e que irá continuar é de muita expectativa positiva para a modalidade", declarou o presidente da instituição, Manoel Luiz Oliveira.
Esta foi a segunda vez que o espabhol comandou a Seleção Brasileira (Inovafoto/Photo&Grafia)
Esta foi a segunda vez que o espabhol comandou a Seleção Brasileira (Inovafoto/Photo&Grafia)
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Brasil teve uma melhora visível no masculino nos últimos anos (Inovafoto/Photo&Grafia)
Brasil teve uma melhora visível no masculino nos últimos anos (Inovafoto/Photo&Grafia)
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Jordi Ribera esteve à frente da Seleção de 2012 até agora (Inovafoto/Photo&Grafia)
Jordi Ribera esteve à frente da Seleção de 2012 até agora (Inovafoto/Photo&Grafia)
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domingo, 21 de agosto de 2016

NOSSA COLUNA PALAVRA OLIMPICA NO ENCERRAMENTO DA OLIMPIADA RIO 2016



  
UMA OLIMPIADA MEMORÁVEL...
(Rio2016, Um Desafio Vencido) 
                                                                          *Clery Quinhones de Lima
A grandiosidade dos Jogos Olímpicos transcende. Uma Olimpíada tem um envolvimento imensurável. Imaginem mostrar uma solenidade de abertura para 4 bilhões do mundo, em que tudo tem que dar certo com situações atrativas e significantes. Pois é a apresentação de um evento que acontecerá durante 16 dias, com competições em vários locais. A responsabilidade de controle, principalmente da segurança, mobilidade urbana, instalações olímpicas, desde a Vila, hotéis, saúde e a parte técnica.

“ Rio venceu a candidatura em 2009, quando o Brasil estava posicionado entre as 5 primeiras nações econômicas mundiais. Mas ao se aproximar da OLIMPIADA, o Brasil entrou numa lama de descaso, pela corrupção e crise econômica e política. Isso gerou muitas críticas e até ameaço de boicote.”
          
 Nesse clima chegou a OLIMPIADA DO RIO. Muita expectativa. A população se dividia e muitos creditavam o momento vivido pelo país(crise política e financeira) aos gastos com a Olimpiada do Rio. Chegou o mês de agosto, então cumpri-se o calendário. As instalações felizmente prontas (mas a vistoria da Vila Olímpica apontava problemas em 4 prédios em instalações sanitárias e elétricas), delegações chegando e a cidade vivia a paixão dos Jogos.
          
            ABERTURA IMPECÁVELA noite de 5 de agosto ficará na memória de todos, pois a solenidade de abertura foi espetacular. Cativou a todos pela sua beleza, enfoque na natureza, a tradição cultural  do brasileiro e valorizou os nomes locais. Foi uma arrancada que deu a segurança que os JOGOS OLIMPICOS do RIO seriam inesquecíveis, assim como a solenidade de encerramento.



          JOGOS, MARCAS E RECORDs As instalações dos vários esportes disputados cumpriram com a técnica e acomodações para o público que se fez presente. Em algumas arenas superlotaram e fizeream a diferença, vibrando e torcendo no estilo brasileiro, o que causou espanto à alguns estrangeiros.

           Os resultados, algumas marcas e os nomes que são conhecidos e surgiram na RIO 2016 são registros nessa edição especial do SPP alusiva a RIO 2016.


            Desses nomes (fora os consagrados PHELPS e BOLT) citamos o brasileiro, o simples baiano Isaquias Queiróz  que se consagrou na OLIMPIADA como o primeiro brasileiro a conquistar 3 medalhas num só Jogos e como consagração ele conduziu o pavilhão brasileiro na solenidade de encerramento.  
 
           

“ A inicial  preocupação da segurança (atentados), saúde (com o mosquito Aede  Zika) e a poluição da Lagoa passaram  despercebidos e o alarido anunciado foi amenizado e teve indiscutivelmente a colaboração do carioca, que se manteve ativo em suas prestações de serviços e trabalho público, não criando embaraços ao andamento dos Jogos.”



        SANTA MARIA PRESENTE -   Nossa Cidade esteve representada por MARIA DE LOURDES PORTELA, no judô; Gilvan Ribeiro, na canoagem; Meneses, no Hipismo; vários voluntários e torcedores que estiveram no Rio e nós representando a imprensa santa-mariense pela sétima vez em Olimpíada. Nossos atletas não levaram medalhas, mas entraram na história olímpica de Santa Maria.
 
         QG OLIMPICO QUILISPORT/FIEP BRASIL Foi o ponto de encontro para troca de informações e convívio dos Profissionais de Educação Física, delegados da FIEP BRASIL/MUNDIAL do Brasil, Venezuela, Colômbia e Paraguai, num local privilegiado, no Edifício Itamar, anexo ao Copacabana Palace Hotel, na Ave. N.Sa. Copacabana e a central de informações  transmitidas à Rádio Imembui e pelos Veículos de QUILISPORT: Site Olímpico: www.santamarianaolimpiada2016.com.br e jornal Saude Pela Prática.


         Quilisport e Fiep Brasil parceria na RIO 2016
           A aprovação do projeto SEM FRONTEIRAS da FIEP em termos de participação na Olimpiada do Rio, leva a FIEP BRASIL/QUILISPORT a manutenção da parceria para que já em janeiro de 2017 haja a primeira reunião em Foz do Iguaçu a fim de que haja a participação na Olimpíada de Tóquio em 2020.
     

     TÓKIO 2020 -  A Olimpiada deixou saudades e a bandeira olímpica foi passada pelo prefeito Eduardo Paes, do Rio de Janeiro, para a Governanta Yukiko, da cidade de Tóquio, sede em 2020. Foi anunciado uma parceria para que o intercâmbio continue e Yukiko afirma que aprendeu muito com o RIO e que o mundo será acolhido e Tóquio terá a preocupação com a despoluição e não elefantes brancos em termos de instalações.
 

       Se o mundo tinha  dúvidas quanto ao Rio realizar uma OLIMPIADA, o sediamento por Tóquio, por ser uma cidade de um país de primeiro mundo, dá um alívio ao mundo e se projeta uma certeza de uma grande Olimpiada e a partir de agora, os olhares passam a serem voltados à Tóquio. 
   

      PÚBLICO DECISIVONos vários locais de competição e nos  destinados à participação popular estiveram repletos e a energia dos cariocas contagiante impressionou a todos estrangeiros e viu-se a torcida nas arenas também como fator decisivo em alguns resultados dos jogos.   
Editor do SPP, no QG OLIMPICO em Copacabana
  
      PARTICULARPara nós que defendemos desde a candidatura a Olimpiada no Rio, estamos satisfeitos e agradecidos a Deus, pelo bom andamento. Não passamos vergonha e até entramos no rol das melhores Olimpíadas já realizadas nessa história de 120 anos Olímpicos ( de 1896, em Atenas à Rio, 2016). E para coroar no lado técnico, o COB ficou a 3 posições para atingir os TOP TEN, ficou na posição 13, com 7 ouros, 6 prata e 6 bronze. O Brasil no continente americano,ficou atrás somente dos ESTADOS UNIDOS .Claro, nós que sempre vivemos o handebol, ficamos tristes, porque acreditávamos que o handebol feminino faria pódio.

* Profissional de Educação Física e jornalista, Diretor de QUILISPORT e Editor do Site

ADEUS RIO 2016 ATÉ TÓQUIO 2020

Tóquio 2020 leva Mario Bros. à cerimônia de encerramento

Por Rio 2016
Passagem da bandeira Olímpica para comitê japonês foi espetáculo tecnológico
Tóquio 2020 leva Mario Bros. à cerimônia de encerramento
Banderias do Japão e do Brasil marcam a transição dos Jogos Rio 2016 para Tóquio 2020 (Foto: Getty Images/Cameron Spencer)
O Comitê Organizador dos Jogos Tóquio 2020 trouxe 50 artistas e dançarinos japoneses para sua apresentação durante a cerimônia de encerramento dos Jogos Rio 2016. Vinte deles entraram no estádio do Maracanã deslizando em hoverboards e em fantasias super futuristas, enquanto o hino do Japão tocava e a bandeira do país se formava no meio do campo.
Para expressar o agradecimento pelo apoio que recebeu após a tragédia de 2011, quando terremotos deixaram mais de 15 mil mortos no Japão, um grande “arigato” (obrigado em japonês) foi formado durante uma coreografia de crianças japonesas, exibida nos telões.
Os organizadores explicaram que o agradecimento foi também pela oportunidade de sediar os Jogos Olímpicos pela segunda vez e pelos maravilhosos Jogos Olímpicos Rio 2016. As palavras foram soletradas por estudantes de escolas de Tóquio e de três cidades atingidas pelos desastres (Iwate, Miyagi e Fukushima).
O 'obrigado' do Japão aos brasileiros (Foto: Getty Images/Bryn Lennon)
A grande surpresa da apresentação japonesa foi a chegada do primeiro-mistro do país, Shinzo Abe. Para não perder a hora, ele contou com uma ajudinha do personagem de videogames Mario Bros. Após uma projeção que passou por pontos turísticos de Tóquio, ele surgiu de um cano verde no meio do campo, usando o chapéu do astro do famoso jogo.
O símbolo de Tóquio 2020 foi apresentado e estampado no meio do palco. Ele foi inspirado no padrão tradicional de xadrez japonês chamado “ichimatsu” e tem como conceito a diversidade e a harmonia. Uma coreografia com 45 peças luminosas tomou conta do estádio, com dançarinos japoneses.
Primeiro-ministro do Japão surge no gramado com o chapéu do Mario (Foto: Getty Images/David Ramos)
Ao final, as peças formaram uma imagem urbana da capital japonesa, com o Monte Fuji, o prédio do governo municipal, a ponte do Arco Íris e outros marcos. Uma grande escultura saiu do cano verde representando o Skytree, uma das torres mais emblemáticas de Tóquio

ENCERRAMENTO OUTRA FESTA IMPECÁVEL


Carnaval e arte popular marcam a cerimônia de encerramento dos Jogos Rio 2016

Por Rio 2016
Espetáculo de mais de duas horas relembrou pontos turísticos do Rio, teve muita música e passou a bola para Tóquio 2020
Carnaval e arte popular marcam a cerimônia de encerramento dos Jogos Rio 2016

A chama se apaga, e os Jogos Olímpicos se despedem do Rio de Janeiro (Foto: Getty Images/Cameron Spencer)

Das pinturas rupestres das cavernas do Piauí ao artesanato contemporâneo de várias partes do Brasil, a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016 fez um passeio pela arte brasileira em suas múltiplas formas, num espetáculo de mais de duas horas no lotado estádio do Maracanã.
Carmen Miranda, Santos Dumont e Tarsila do Amaral foram alguns dos homenageados da noite. “Voltamos ao passado para relembrar como o talento humano deixou marcas até nas paredes das cavernas. De volta ao presente, reverenciamos artistas que fizeram a história da cultura nacional criando obras inesquecíveis”, disse a artista Rosa Magalhães, criadora da cerimônia e carnavalesca premiada no Rio de Janeiro.
Houve ainda uma apresentação tecnológica de Tóquio 2020, marcando a transição para os próximos Jogos, e terminou num grande carnaval, com direito a carro alegórico e marchinhas.
Bandeira do Japão marca transição do Rio 2016 para Tóquio 2020 (Foto: Getty Images/David Ramos)

Bonecos de barro e estrelas da música

Paisagens famosas do Rio, como o Pão de Açúcar, o Corcovado e os Arcos da Lapa, foram formadas em grandes coreografias de massa, cujos dançarinos voltaram ao final do show para homenagear os jardins de Roberto Burle Marx (1909-1994), com figurinos inspirados em espécies da flora brasileira.
Outras coreografias com projeções de alta tecnologia lembraram as mulheres rendeiras e os artesanatos de bonecos de barro, esta última ao som do forró de “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga.
Três gerações de intérpretes da Vila Isabel, Martinho da Vila, três filhas e uma neta, reverenciaram grandes mestres, como Pixinguinha, Braguinha e Noel Rosa.
Lenine também se apresentou, numa homenagem aos voluntários dos Jogos Rio 2016, e Arnaldo Antunes declamou um poema falando sobre a saudade.
Lenine canta em homenagem aos voluntários dos Jogos (Foto: Getty Images/Rio 2016)

Adeus, chama Olímpica

A chama Olímpica foi apagada por uma chuva que caiu enquanto a cantora e atriz Mariene de Castro entoava “Chovendo na Roseira”, executada na sua versão original, gravada pelo próprio Tom Jobim no disco “Stone Flower” (1970).
Um grande carnaval no Maracanã encerrou os trabalhos ao som de marchinhas e sambas enredos históricos, com a modelo Izabel Goulart e Renato “Gari” Sorriso liderando um cortejo de 50 baianas e 200 passistas. A atriz Leandra Leal foi a porta bandeira do Cordão da Bola Preta, um dos maiores blocos de rua do país.
Carnaval toma conta do Maracanã na cerimônia (Foto: Getty Images/Alexander Hassenstein)

Último ouro

A festa marcou, ainda, a entrega das últimas três medalha dos Jogos, aos atletas da maratona. O queniano Eliud Kipchoge ganhou o ouro, o etíope Feyisa Lilesa ficou com a prata e o americano Galen Rupp levou o bronze.
Medalhistas da maratona são premiados no Maracanã (Foto: Getty Images/Pascal Le Segretain)

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